domingo, 30 de novembro de 2008

Documentário na Discovery chanel Dragões




Ontem assisti uma matéria no discovery chanel que me deixou super feliz.
Foi um documentário de um paleontólogo que sempre acreditou em dragões, e trabalhava no museu da Inglaterra.
Há alguns anos atrás, alguns romenos encontraram corpos carbonizados e um animal (que parecia ser um dragão), congelados em uma caverna, em um lugar quase inóspito da Romênia,o Museu da Inglaterra resolveu ignorar a informação recebida, mas para esse jovem paleontólogo, era muito importante, e ele pediu pra ir verificar.
chegando lá encontrou um animal parecido com um lagarto gigante, com asas enormes.
eles pesquisaram com ultrasom o corpo do animal congelado, descobriram que os ossos embora resistentes,eram leves e ocos, na lateral dos pulmões, havia um tipo de bolsa interna para armazenar hidrogênio, um revestimento interno na garganta como uma proteção para não queimar, e mais, acharam um pedaço de uma espada medieval transpassando o peito e cravado no coração.
FOTO REAL, TIRADA DO DRAGÃO ACHADO NA ROMÊNIA.

embora o dragão (uma fêmea)possuísse as bolsas de gás, foi certificado de que ela jamais havia soltado fogo, ou voado.
então, como aqueles corpos estariam ali perto carbonizados?
o cientista chegou a conclusão de que seria um dragão fêmea filhote ainda, e resolveram ir até a caverna onde foram encontrados para fazer mais pesquizas.
a caverna fica bem ao alto de uma montanha na Romênia, quando chegaram lá, acharam um ninho e mais um ovo, que hoje está no museu da Inglaterra,


FOTO REAL, TIRADA DO DRAGÃO ACHADO NA ROMÊNIA.

e também as cascas do ovo que teria sido da primeira descoberta.
após várias pesquisas, escavações, e tudo mais, chegaram a conclusão de que a spessoas não apreciavam os dragões porque eles comiam os rebanhos, então foram 2 caçadores,para mata-las, a dragão femea mãe, havia saído para buscar comida para a filhote, que ficara na caverna, os caçadoes quando perceberam que ela não era tão grande e nem soltava fogo, a atacaram, ela era só uma bebezinho, embora parecesse um monstro, estava totalmente indefesa; então um deles cravou a espada em seu coração.
eles estavam ainda na caverna quando a mãe dragão viu seu filhote caído sem vida. Então ela atacou os caçadores, insinerando os dois na mesma hora.
A dragão femea, apesar de ser ovíparo, reagiu como a maioria dos mamíferos, defendendo suas crias; era época de hibernação, ela deitou ao lado do corpo da filhote, para hibernar, e quando entram nesse período, se tornam frágeis pois, o fogo que ela solta é feito do gás butano que armazenam aos redores do estômago, são gases produzidos pelos alimentos que consomem, misturado ao hidrogênio, que ela absorve do sol, pois suas asas funcionam como placas catalizadoras de raios solares, mas para ascender o fogo, é preciso de uma faísca, o que foi posteriormente descoberto e estudado, pois os dragões ingeriam platina retirada de rochas, a qual liberada com os gases produzia o fogo..
mas durante a hibernação, os gazes baixam drasticamente assim como a temperatura de seu corpo, e ela não consegue cuspir fogo, pois a pouca alimentação que tem durante esse período, não é o suficiente para produzi-lo.
Como os dois primeiros caçadores não voltaram, os donos de rebanhos, mandaram mais caçadores, dessa vez em maior quantidade, ainda assim ela acordou e tentou se defender, se afastando do corpo da filhote, ela lutou com muitos caçadores, matou quase todos e caiu em cima dos que a feriram mortalmente.

O cientista que fez todo esse estudo, encontrou mais corpos na caverna, inclusive em baixo do corpo da femea mãe, sem marcas de incineração, por isso chegou a essas conclusões, todos estavam congelados, inclusive a grande dragão femea.
Embora a história seja terrivelmente triste, e vergonhosa para nós, seres humanos, prova a existência dos Dragões na nossa terra, e até um tempo não tão longe, pois calcuaram que o fato aconteceu entre 1400 e 1500 depois de Cristo.
Vale a pena assistir a reportagem!

A Anatomia dos Dragões

Produtores encontram respostas na natureza

Os produtores de DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE trabalharam em colaboração com o consultor científico Dr. Peter Hogarth, o internacionalmente reconhecido artista especializado em dinossauros John Sibbick e os animadores da empresa Framestore para criar a versão mais realista possível dos dragões. Como? Extraindo suas pistas diretamente da natureza. Este especial usa animais reais e o seu comportamento para determinar a história natural dos dragões.


• ASAS PARA VÔO: As asas de um dragão poderiam ser comparadas às dos morcegos, que possuem quatro pontos de sustentação e são capazes de carregar mais peso que as asas de um pássaro, sustentadas em apenas dois lugares.

• A IMPORTÂNCIA DA CAPACIDADE DE FLUTUAÇÃO: Todos os animais carregam bactérias em seus intestinos que ajudam na digestão dos alimentos. Neste processo, as bactérias liberam um produto metabólico secundário: gás. A equipe do programa sugere que as bactérias presentes no sistema digestivo dos dragões poderiam ter sido de um tipo raro, liberando hidrogênio gasoso. O hidrogênio, que é combustível e 14 vezes mais leve que o ar, seria o segredo da capacidade de voar e de soltar fogo dos dragões. O hidrogênio aumentaria o seu poder de flutuação, permitindo que voassem. O gás produzido seria canalizado para duas bolsas de armazenamento, as vesículas de vôo, que, quando totalmente infladas, ajudariam estes animais a levantar vôo.

• LEVE COMO UMA PLUMA: Animais voadores (pássaros, morcegos etc) são dotados de ossos ocos ou alveolares (semelhantes ao favo de mel), que ajudam a reduzir seu peso. A equipe do programa usou este mesmo modelo de esqueleto para justificar a teoria de que os dragões também eram capazes de voar. Ter ossos ocos, porém, não seria suficiente para fazer um gigante dragão deslocar-se pelo ar. Entretanto, os ossos ocos combinados com a capacidade de flutuação criada pelo hidrogênio armazenado nas vesículas de vôo poderiam reduzir significativamente o peso de um dragão, fazendo com que pudesse levantar vôo

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE

Criaturas Míticas Ganham Vida em Dragões: Uma Fantasia que se torna Realidade

Ao longo da história, a humanidade sempre demonstrou grande fascinação pelos dragões, seres que fazem parte dos mitos e lendas de quase todas as culturas do mundo, seja entre os Inuit, astecas ou chineses. Esses povos nunca estiveram em contato, mas conceberam a mesma criatura mitológica. Trabalhando com equipes de produção do mundo inteiro e em colaboração com reconhecidos cientistas, artistas e animadores, o novo especial do Discovery Channel, intitulado DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE, combina lenda e fatos científicos com animação em CGI e revolucionários efeitos especiais.

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é um exercício de imaginação que demonstra como teriam sido os dragões se tivessem realmente existido. Através de magníficas imagens computadorizadas geradas pela mesma empresa de animação gráfica que desenvolveu as criaturas em Walking with Dinosaurs e Walking with Prehistoric Beasts, ambos televisionados pelo Discovery Channel, e na seqüência de filmes Harry Potter, os telespectadores poderão ver os dragões em todos seus detalhes.
Este especial imagina como os dragões evoluíram em diferentes espécies ao longo do tempo e ao redor do mundo, e como suas características físicas e comportamento adaptaram-se às necessidades específicas de seu ambiente. Nesta história, os dragões encontram seus pares, criam seus filhotes, protegem seus territórios e lutam para sobreviver à invasão dos humanos, como todos os outros animais têm feito ao longo da história.

DRAGÕES: UMA FANTASIA QUE SE TORNA REALIDADE é uma produção de Darlow Smithson. John Smithson, David McNab e Alice Keens Soper são os produtores executivos, Justin Hardy é o diretor e Ceri Barnes é a produtora de Darlow Smithson.

Tipos de Dragões

Os dragões retirados dos mitos e lendas são agrupados em quatro categorias:

Dragão Pré-histórico

Os dragões do período cretáceo foram os maiores animais voadores que já existiram. O dragão pré-histórico é descendente do grupo de dragões aquáticos ou semi-aquáticos que ocupou os pântanos costeiros há mais ou menos 200 milhões de anos, no final do período Triássico, e que deu origem a espécies marítimas e terrestres. As espécies terrestres eram inicialmente quadrúpedes e corriam sobre as quatro patas sem poder voar ou cuspir fogo. Uma dessas espécies desenvolveu a habilidade de correr sobre as pernas traseiras. Como as pernas dianteiras deixaram de ser usadas para se manter de pé ou correr, continuaram evoluindo, transformando-se eventualmente em asas e tornando o vôo possível. Este processo é quase exatamente igual ao da evolução do vôo dos pássaros, descendentes de um pequeno dinossauro bípede.
Em determinado momento - e não existem provas fósseis desta teoria -, os dragões teriam hospedado no intestino uma bactéria ativa capaz de produzir hidrogênio. Isto permitiria que, apesar do seu tamanho, os dragões não sofressem as mesmas restrições de vôo dos pássaros e morcegos, e chegassem a ser os maiores animais voadores da história, desafiando um dos maiores carnívoros daquela época, o Tiranossauro Rex. Além disso, os dragões teriam ingerido minerais inorgânicos, tais como platina, provocando a ignição catalítica do hidrogênio produzido nos intestinos. Esta potente arma, o fôlego de fogo, completou o arsenal do dragão. Começava então, o reinado do dragão pré-histórico.
Dragão Marinho

Algumas das primeiras espécies de dragões eram aquáticas ou semi-aquáticas e vasculhavam os pântanos e as costas litorâneas, vivendo, na verdade, de maneira muito semelhante aos crocodilos modernos. Quando há cerca de 65 milhões de anos, uma explosão cataclísmica provocou a extinção em massa dos seres vivos, estes dragões aquáticos sobreviveram. Uma eventual mutação dotou estes dragões com um terceiro par de membros, suplementares aos outros dois, e fez desta nova espécie a única classe de vertebrados de seis pernas.

Alguns destes novos dragões recolonizaram a terra, tornando-se completamente terrestres. Seus membros suplementares evoluíram nas asas totalmente funcionais dos dragões voadores. Outros permaneceram aquáticos, especializando-se mais e mais em recursos alimentares marinhos, como os crustáceos, peixes e tartarugas, animais que conseguiam pegar nas águas rasas do litoral. Com o passar do tempo, eles evoluíram adaptando-se a uma vida plenamente aquática e suas asas rudimentares transformaram-se em barbatanas.
Os peixes ficavam presos na boca dos dragões, cada vez maior e mais longa, e armada com um grande número de dentes afiados que podiam segurar as presas escorregadias. Asas, é claro, eram obstáculos e inúteis na água, e, com o tempo, diminuíram e desapareceram. O exemplo mais famoso de dragão marinho talvez seja o Monstro do Lago Ness.
Dragão da Floresta

Os dragões da floresta viviam em matas densas e bambuzais. Eles mantiveram a forma corporal longa e sinuosa dos seus ancestrais aquáticos, uma adaptação útil para atravessar com rapidez a vegetação quase impenetrável da floresta. Conseguiram também reter a capacidade de nadar e, em épocas de muito calor, ou escapando de perigos como os incêndios nas florestas, eles tinham a alternativa de voltar aos rios.
As asas dos dragões da floresta eram curtas e incapazes de voar. Entretanto, estes dragões eram capazes de saltos extraordinários, curvando seus corpos em forma de uma espécie de aerofólio, conseguindo um “impulso” extra das pequenas asas e reduzindo seu peso graças às vesículas de vôo cheias de hidrogênio, como as dos dragões pré-históricos.
Alguns descendentes dos dragões da floresta saíram das matas em busca de alimentos em terrenos abertos, resultando nos magníficos dragões que habitaram a China e o Sudeste da Ásia, além de outras subespécies isoladas que viveram nas ilhas japonesas.

Dragão da Montanha

O dragão da montanha é assim denominado porque durante o período medieval viveu restrito principalmente às montanhas e a outros habitats remotos. O nome, entretanto, é um pouco inapropriado, pois antes de sofrer a pressão da agricultura e do crescimento da população humana, a espécie vivia muito mais espalhada nas florestas das planícies e não ficava restrita às montanhas.
Como todos os dragões do período pós-Cretáceo, os dragões da montanha tinham seis membros: um par de asas, além dos dois pares de pernas, resultado de uma vantajosa mutação que ocorreu após a extinção do dragão pré-histórico de duas pernas e duas asas.

O corpo do dragão da montanha era relativamente curto, se comparado ao do dragão marinho. Um corpo compacto era essencial para voar, pois uma coluna vertebral longa e flexível é uma desvantagem para o vôo. A cauda era tão longa quanto o corpo, com uma estrutura em forma de ponta de flecha e afiada como uma lâmina, que servia como arma defensiva. Um golpe lateral da cauda de um dragão poderia decepar o braço de um homem.
Fontes de pesquisas! http://www.discoverybrasil.com/dragoes/index.shtml